A Umbanda vivencia o Evangelho de Jesus em sua essência através da manifestação do amor e da caridade prestada pela orientação dos Guias, Mentores e Protetores que recebem a irradiação dos Orixás. Encontramos no terreiro da verdadeira Umbanda entidades que trabalham com humildade, de forma serena, caritativa e gratuita; espíritos bondosos que não fazem distinção de raça, cor ou religião, e acolhem todos que buscam amparo e auxílio espiritual, conforto para dores, aflições e desequilíbrios das mais variadas ordens.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Quaresma



A Quaresma é um período em que se relembra o período entra morte e a Ressurreição de Jesus Cristo (Pai Oxalá).

Durante este período é Apropriado para penitência e meditação, através da prática do jejum, da esmola e da oração.

A Quaresma começa na quarta-feira de Cinzas e termina na tarde da quinta-feira Santa, antes da Celebração da Santa Ceia, quando foi instituída a Eucaristia e o Sacerdócio.

A quaresma é o tempo litúrgico de conversão,

É tempo para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.

A Quaresma dura 40 dias; começa na quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.

40 dias é duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública.

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.

Vivendo a Quaresma
Durante este tempo especial de purificação, antes de tudo, a vida de oração, condição indispensável para o encontro com Deus.

Na oração, inicia um diálogo íntimo com o Senhor, deixa que a graça divina penetre em seu coração.

Arrependendo-se de seus pecados.

Lutar para se mudar intimamente.

Jejuar.

-Os Jejuns de quaresma entram a Abdicação da Carne na quarta Feira de Cinzas e Todas as Sexta Feiras de sua Duração.

Umbanda e a Quaresma

“A Quaresma é onde Nossos Orixás e Guias de ‘primeira Linha’ param para avaliação do Ano Espiritual em Término, é também onde traçam o plano espiritual para o Ano a Começar.” Ouvirás isso de muitos Sacerdotes, Zeladores etc.

Um pouco de história...

Antigamente os Terreiros fechavam no período de Quaresma, fechavam na Gira de Cinzas onde os Filhos eram cruzados Pelos Pretos Velhos com cinzas afim de proteção conta fluidos negativos e maus espíritos neste período.

E só reabriria na sexta-feira Santa, onde se iniciava a vigília, traçava-se um cruzeiro no chão com Pemba e o contornava com velas brancas, assim velando o Cruzeiro e rezando diversos terços até o estouro de Aleluia.

O Congá era fechado com cortinas roxas ou brancas os Santos cobertos e tudo só era retirado após o estouro de Aleluia.

No sábado de Aleluia ao meio-dia os Pretos Velhos faziam a incorporação em seus médiuns, estouravam a Aleluia, e faziam o levantamento do Cruzeiro velado. Estava cumprida a penitencia de Quaresma e os médiuns já preparados para a Ceia de Páscoa.

Obs: Neste período fechava-se a Casa para a Caridade.

Porém hoje não mais conheço Terreiros que façam tal ritual por completo.

Hoje dentro da Quaresma os Terreiros dão continuidade à caridade, ato que particularmente acho muito bom, porém não se atua com: Orixás, Falangeiros, Capangueiros (Caboclos, Pretos Velhos e Erês).

Mais muitas Casas atuam com as Segundas Linhas como: Boiadeiros, Baianos, Marinheiros e Exus. Assim dando continuidade á Caridade, porém sem esquecer da concentração energética e de nos redimirmos de nossos pecados e falhas.

Hoje as Casas de Umbanda são bem flexíveis quanto a Quaresma, mais ainda existem Casas que fecham e evitam trabalhar nessa época.

Salve a Umbanda! Saravá!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O Sal Grosso Como Banho de Descarrego


 Um dos compostos químicos naturais mais utilizados em trabalhos de assepsia espiritual nos templos umbandista e o conhecido Sal Grosso. A imensa maioria das pessoas e um grande número de médiuns que militam nas orbes umbandistas desconhecem o fundamento de tal prática. Os que têm conhecimento, limitam-e a dizer que o sal grosso serve para banho de descarrego.

Para nós, a Umbanda é e sempre será um leque aberto, sem mitos, tabus ou "mistérios", a abanar com conhecimento, amor, e carinho os verdadeiros filhos de Oxalá. Por isto, segue-se a devida explicação. O Sal Grosso, assim chamado por não ter passado por processo de refino industrial, é um composto químico natural cientificamente nominado de Cloreto de Sódio, derivado da coesão de dois outros elementos químicos naturais, que são o cloro e o sódio. O Cloro é formado por moléculas de grande poder germicida e bactericida, sendo utilizado em várias finalidades depurativas. O Sódio, outro elemento formador do Sal Grosso, é um metal invisível a olho nú, e tem como função agir como condutor térmico e eliminador de corpos nocivos à saúde. Falamos até agora do sal grosso enquanto composto químico formado pela junção natural do cloro e do sódio, elementos existentes em nosso planeta.

O aparecimento do Sal Grosso ou cristalizado deu-se a partir da fusão daqueles elementos já mencionados, obedecendo a espiral de determinadas circunstâncias atinentes ao planeta Terra, e também a precipitação de condições para sua condensação. Vale ressaltar, antes de continuarmos, que estamos falando de elementos químicos naturais, e não destes produtos químicos industriais que se vendem por aí, e que fazem mal à saúde. É de conhecimento geral que a matéria tangível aos nossos sentidos foi formada a partir da Química Astral, sendo este um dos reflexos de atuação do Fluído Universal. Os elementos químicos astrais, durante a formação da Terra, entraram em um ciclo de condensação permanente, dando origem ao planeta tal qual o conhecemos tanto é verdade, que o centro de nosso planeta recebe continuamente estes elementos astrais, que, sob certas condições, formam novos elementos químicos condensados (densos, materializados). Soma-se a isto o fato incontestável do centro da Terra estar sob a dinâmica de uma força centrífuga (de dentro para fora), que expeli para a crosta os elementos supracitados. Desta forma, é notório que o cloro e o sódio são elementos químicos resultantes do que se pode chamar, para entendimento geral, do cloro e do sódio astrais, que condensados e fundidos, deram origem ao Cloreto de Sódio (sal). Assim sendo, os éteres do sal grosso é que fazem a limpeza fluídica do ser humano. O cloro em forma etérea será o responsável pela limpeza do corpo astral, do corpo vital, da aura, enquanto o sódio, também em forma etérea, terá a função de condutor e escoador dos miasmas e cargas fluídicas negativas. É comum as entidades espirituais ao ministrarem banhos de descarrego com sal grosso, orientarem os consulentes a se secarem naturalmente. Tal medida é aconselhada para que as partículas etéreas do sal grosso possam atingir com maior eficácia o perispírito, o duplo etérico, desagregando energias negativas. Os Caboclos, Pretos-Velhos e demais entidades que atuam na Umbanda, orientam como terapêutica físico-espiritual o banho de mar. E por quê ? Porque o mar contém o sal e o fundamento para tal prática é o mesmo da do descarrego com sal grosso, acrescido, é claro, do elemento químico natural Iodo, com grande poder anti-séptico. Os banhos de mar limpam e higienizam os Centros de Força (chakras), a aura, o corpo vital, e assim por diante. Em suma, aí estão expostos os fundamentos basilares do uso do sal grosso. Muito mais poderia ser dito a respeito, mas por hora esperamos que tais informações sejam úteis aos filhos de Umbanda, e que os mesmos possam tomar ou ministrar banhos, com esclarecimento específico da função e ação daquele composto químico natural.
http://www.fortunecity.com/

Banho de Descarrego com Sal Grosso é aconselhável somente quando uma Entidade prescreve, pois é um banho muito forte e só eles (Entidades) podem ministrar com firmeza a posologia, sem alterar ou danificar os nossos campos energéticos.

 Saravá Irmãos !!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Por que Acendemos Velas?



A vela acesa dentro do terreiro tem o objetivo de movimentar ou colocar em ação a “energia ígnea”, tal qual o charuto aceso, o alguidar com álcool, o carvão…

A Umbanda, na sua essência e por ser mágica, trabalha com os elementos da natureza: – água, ar, terra, fogo, mineral, vegetal e mineral.

A energia ígnea além de transmutar é também um condutor energético. Esta energia é fundamental ao equilíbrio mental no campo da razão. A absorção dela é vital para que alcancemos um ponto de equilíbrio em todos os sentidos da Vida. Assim como cada substância tem seu ponto de equilíbrio, medido em graus Celsius ou Fahrenheit, nós também temos esse ponto. e dependendo da absorção dessa energia ígnea, tanto podemos acelerar quanto paralisar nosso racional, deixando de usar a razão e recorrer à emoção ou aos instintos.

O uso religioso das velas justifica-se porque quando as acendemos, elas tanto consomem energias do prana quanto o energizam, e seus halos luminosos interpenetram as dimensões básicas da vida, enviando a elas suas irradiações ígneas e conseqüentemente nossos pedidos feitos.

* Irradiações = freqüência por onde flui as energias.

Cada Dimensão vibra numa freqüência e o fogo sendo uma energia não tem cor, mas freqüência tem, por isso usamos velas coloridas que quando queimadas, queimam seu pigmento gerando uma freqüência que capta as irradiações do Alto. A vela branca, por ser a união de todas as cores irá fluir em todas as freqüências.

Portanto, quando acendemos uma vela para um guia ou orixá, estamos nos "conectando" a eles através de suas ondas vibratórias e não lhe "dando" luz. 
Saravá!

terça-feira, 17 de julho de 2012

A Encruzilhada



Oferenda: Objeto ou coisa qualquer que se oferece: presente; dádiva – Diz-se na Umbanda, que oferenda é um presente para captar apenas vibrações, ou melhor, para harmonizar vibrações. 
Despacho: Ato ou efeito de despachar (dispensar os serviços de; mandar embora; despedir). 
Muitos acreditam ser a encruzilhada de Guardiões estas de rua ou de cemitério. Mas a verdadeira “Encruza” está no campo astral e não no campo físico.
Os Guardiões somente realizam “despachos” em encruzilhadas de rua e de cemitério, desde que sejam para fins específicos, quando à necessidade de manipular energias humanas que se entrecruzam. Fora disso, as encruzilhadas de rua e de cemitério não são os pontos de força dos Guardiões. 
Aquilo que rege o Macrocosmo também rege o Microcosmo, pois existe apenas uma Lei que comanda os mundos, adaptada conforme a forma de vida que esteja debaixo de sua ação e reação. As leis que ordenam e coordenam os astros, a natureza e os elementos são as mesmas leis que coordenam a biologia e a física do ser humano, exatamente por ser este influenciado pelo meio e pelas regras matemáticas dos astros e das potestades. 
E a Lei que dá formação e ajuste à matéria e que faculta, inclusive, o próprio modo de ser da movimentação Cármica, a Lei Mater aplicada a movimentação dos elementos, é sintetizada na Encruzilhada dos Guardiões, ou na Roda Cabalística da Encruzilhada. 
Sabemos que muitos irmãos realizam seus trabalhos ritualísticos nas chamadas encruzilhadas de rua ou cemitério. Achamos por bem alertar que encruzilhadas de rua e de cemitério são locais onde existem determinadas portas dimensionais que se ligam diretamente às covas mais profundas do Baixo Astral. São as chamadas “Portas Cruzadas” e os trabalhos feitos nestes locais, tem aceite somente por entidades que nada tem a ver com os verdadeiros Guardiões, ou são efetuados por ordens dos Guardiões de Lei, quando da manipulação energética necessária. 
Nas encruzilhadas de rua e de cemitério habitam os seres mais estranhos e terríveis, verdadeiros monstros, que alteraram a forma de seu corpo astral (Zoantropia), devido a sua própria conduta mental e emocional. Adulteraram completamente seus sentidos e seus objetivos na caminhada evolutiva, sendo seres viciados, dementados e na sua maioria perversos, coléricos e vingativos. Estes são os famigerados quiumbas, seres que habitam a contraparte astral de locais como prostíbulos, matadouros, casas de jogos, cemitérios, bares e mesmo churrascarias, pois são loucos por sangue, morte, bebida e vícios, os mais variados. 
E são eles que recebem nas encruzilhadas de rua e de cemitério as oferendas feitas com sangue, animais mortos, ossos e todos os tipos de materiais de baixa vibratória. 
Estes seres se agregam na aura dos infelizes que realizam tais práticas, como se realmente os vampirizassem, fomentando-os a realizarem sempre tais oferendas sangrentas no intuito de alimentá-los vibratoriamente. Muitos destes são acompanhados por outros seres que são chamados de “larvas astrais”. Estas são formas pensamentos viciadas, que possuem a forma de baratas ou de algo semelhante a lagostas, polvos, lombrigas, etc. Tais coisas se agregam à vítima e funcionam como um sensor que a liga ao quiumba, mesmo à distância. 
Estas larvas trazem realmente muitas doenças, tanto mentais como físicas fazendo com que a vítima se sinta, na maior parte das vezes desanimada e sem força de vontade, só se recuperando quando estão em qualquer prática viciosa. 
Esses quiumbas são combatidos pelos Guardiões de Lei da Umbanda, que exercem verdadeiro policiamento nas zonas onde existem o tóxico, o álcool, a prostituição e coisas piores. Os Guardiões os policiam para não utilizarem a contraparte etérica de elementos como o sangue, ossos, etc., por exemplo, para fins de contundência. 
Na verdade, estes quiumbas são igualmente nossos irmãos, estando apenas caídos na rota evolutiva, desviados que foram por outros seres sumamente poderosos, embora intencionalmente voltados para o mal; os magos negros.
Quando os Guardiões aprisionam estes quiumbas, os levam a determinados postos corretivos no astral, onde ficarão recebendo um tratamento que lhes facultará a retomada de sua linha evolutiva afim e o possível reencarne. Dissemos possível pelo fato de muitos deles não terem condições vibratórias de reencarnarem, pois que seus corpos astrais se encontram em terrível desajuste e mesmo suas mentes estão em tal estado de revolta e ódio que seria prejudicial a si e as outras pessoas o passe reencarnatório. 
Mas perguntará o leitor: já não encarnam tantos assassinos, facínoras e corruptos? Como estes conseguem o tal passe? E responderemos que estes se encontram nesta condição por já estarem extremamente melhorados e que as coisas no submundo astral são bem piores. 
Determinados assassinos que reencarnam (ou mais exatamente são como que “jogados” na roda da encarnação para reajustar-se com seus afins. Só o mal corrige o mal) já foram e vieram muitas e muitas vezes, sendo que o seu livre arbítrio se torna cada vez menor enquanto não corrigirem as suas ações. 
Para muitos o passe da reencarnação é vedado e são estes – os mais perigosos – aprisionados em sua consciência como se fossem certas formas ovóides, em estágio estacionário. Mas este é um aspecto dos mais terríveis e perturbadores e que deixaremos de citá-lo de forma mais aprofundada para não causar traumas ao inconsciente de muitos… 
É bom frisarmos que a Umbanda não doutrina o maniqueísmo, ou a dicotomia BEM/MAL como se Deus fosse um déspota que se deleitasse em ver seus filhos sofrendo num inferno eterno. A única coisa eterna é o bem, o Amor Cósmico; sendo o mal uma distorção destas realidades e um artifício utilizado pelo Criador, a fim de sabermos diferenciar o bem do mal. O inferno está na consciência de cada um, sendo esta direcionada e escalonada de acordo com as atitudes que se realizem durante as encarnações. Pois a verdade é uma só: podemos enganar aos outros, mas jamais enganaremos a nós mesmos, que somos testemunhas de nossos próprios atos, ninguém escapa do passado e os erros são contados e pesados não somente pelos Tribunais Cármicos, mas muito principalmente pela nossa própria consciência, pois quem já sentiu dentro de si uma fagulha que seja da Verdade e do Amor das Almas, sabe o quanto pesa as atitudes passadas e os atos infelizes realizados contra a natureza e os semelhantes. 
E o que acontece com aqueles que não se questionam sobre seus atos? 
Estes, quando seu Karma se torna impraticável, repleto de ações negativas são direcionados a seus afins, para determinados planetas menos evoluídos ou mais primitivos que o nosso. Como? Se em nosso mundo que é uma casa abençoada necessitamos ainda pagarmos para nos alimentar, (o que já é resultado de excessivas ganâncias do passado…) embora não paguemos pela luz, ou pelo ar, existem mundos onde estas coisas são pagas, pois que estes seres formaram tal condição negativa sobre si que seus próprios atos os forçaram a construir uma sociedade afim a suas experiências passadas. 
Achamos importante, para esclarecer os irmãos umbandistas, repetir que fazer entregas em encruzilhadas de rua ou de cemitério é atividade perigosíssima, principalmente quando estas entregas levam elementos animais ou mesmo materiais densamente negativos. Repetimos que a Umbanda não usa matar animais em hipótese alguma, seja para louvar Orixás ou para resolver qualquer desmando com o baixo astral. A Umbanda também não usa colocar sangue na cabeça de seus iniciados. 
Acreditamos – pois temos certeza – de que o sangue atrai esta classe de espíritos do quais falamos. Os irmãos dos Cultos de Nação muitas vezes questionam a nós Umbandistas sobre o uso do sangue, alegando que este é Axé e que a sua utilização revitaliza todo o sistema magístico de um ritual; mas isto não faz parte da ritualística/doutrina da Umbanda Sagrada. Cada coisa no seu lugar, e cada liturgia na sua religião. 
Nós também cremos que o sangue é Axé, mas este só realiza sua função de Princípio e Poder de Realização quando no animal vivo. Matar um animal ou vários e entregá-los no seio da Natureza é uma violação e uma afronta a esta mesma natureza, pois as vibrações expressas em oferendas deste tipo agridem aos espíritos elementares que atuam nas matas e nas cachoeiras, espíritos estes que estão aprendendo e se adaptando às realidades que os aguardam e são agredidos com estas vibrações negativas. 

Do livro: “A Magia das Oferendas na Umbanda” – Autoria: Pai Juruá.

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Ouça os Pontos de Linha de Esquerda da Umbanda

"Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações "

Allan Kardec

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

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Saravá

Estrela de Davi - Dois triângulos sobrepostos, reunidos formando um hexagrama simbolizam a harmonia entre os dois opostos. O resgate e a ascensão de todas as almas rumo à espiritualidade. Pois em verdade aquele que se encontra em grau mais alto possui um correspondente em grau mais baixo. Esta simbologia refere-se ainda, à não estaticidade da evolução, pois não existem dores e tampouco infernos eternos, uma vez que, se a evolução é infinita, aquele que se situa no ponto mais alto, ao evoluir, leva consigo todo sistema, sendo que o que está no grau mais baixo, por sintonia, também subirá. Saravá o Astral Maior!

SARAVÁ!
SA = Força, Senhor RA = Reinar, Movimento VÁ = Natureza, Energia.
Saravá significa então a força que movimenta a natureza. Saravá também pode significar "Salve" ou "Viva". Na Umbanda, Saravá também é utilizada como uma saudação possuindo o sentido de "Salve sua força!", da força de Deus e da natureza que estão dentro da pessoa, como no mantra indiano namastê, que significa: o Deus que tem dentro de mim, saúda o deus que tem dentro de você. Saravá!